Mostrar mensagens com a etiqueta Fora do Distrito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fora do Distrito. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Outra vez a caminho de Fátima

O VELOSO

R. Dona Maria Elsa Franco Sotto Mayor 25A
3150-136 Condeixa-a-Nova


















À semelhança do ano passado, houve um conjunto de amigos que se juntou à peregrinação, daí resultando mais uma etapa do "nosso" Rali. E que etapa!  

O local da etapa acabou por ser a churrasqueira O Veloso, local onde jantámos bem e onde tivemos oportunidade, já no final, de confraternizar com o próprio sr. Veloso de 70 anos de idade. Bom, o senhor Veloso, de uma simpatia extrema, aproveitou para nos falar das suas origens, da sua vida, das suas profissões e...dos seus licores levezinhos. 

Uma palavra para a Lena, a mais recente "cliente" do RAS. Bem vinda!
















quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O regresso a Benfeita


O RAS regressou a Benfeita para uma etapa memorável. O jantar, desta vez em Pardieiros, «meteu» chanfana, bacalhau e febras, ao qual se seguiu uma grande festa numa das casas onde pernoitámos, em Benfeita, 
No dia seguinte, tomámos o pequeno almoço no «Quiosque» - local da etapa do ano passado - voltámos a visitar a Fraga da Pena e fomos até Coja onde acabámos por almoçar. 
Resta-nos agradecer ao Manuel Neves pela forma como nos voltou a receber e, claro, a todos aqueles que marcaram presença na etapa.



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

A meio da peregrinação


RESTAURANTE VITÓRIA

Rua da Sota, 9
Coimbra
Telefone 239 824 049

No final da peregrinação a Fátima que Pedro Neves e Carlos Lourenço protagonizaram durante três dias, eis que a Deisy, o João Silva e a Tita se juntaram aos mesmos em Coimbra e ali fizeram uma a Etapa 412. Houve quem quase não tenha comido e quem adormecesse à mesa, mas também houve bacalhau e carninha para cima da mesa. 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

É Benfeita!


A Etapa 389, em Benfeita, a primeira Etapa de Fim de Semana em Portugal, foi incrivelmente fantástica. Por tudo. Pelo tempo de Verão que apanhámos, pelo preço acessível do jantar, pela forma com fomos recebidos pelo presidente da junta de freguesia local, pela forma como todos nos divertimos, pelos locais que conhecemos e pela extraordinária hospitalidade do Manuel Neves que nos acolheu. Obrigado a todos! Foi espectacular! Em breve, fotos e reportagem completa no Facebook do RAS!


sábado, 1 de agosto de 2015

Grande regresso ao Porto!

CONFEITARIA CUNHA

R. de Sá da Bandeira 676, 
4000-431 Porto
22 339 3070





Quatro anos depois, regressámos ao Porto. Grande Etapa! A Confeitaria Cunha, «casa» centenária da Invicta, recebeu-nos lindamente. Três estreias, uma sala só para nós (éramos cerca de vinte), arroz de pato e francesinhas. Jantar terminado, ainda fomos ao Fé e ao Radio Bar. Durou até às tantas.
Um agradecimento especial ao Diogo Salta e ao Victor Correia pelo empenho que colocaram nesta Etapa.



sábado, 1 de fevereiro de 2014

Valeu a pena!

151 - Zé Manel dos Ossos

Beco do Forno, 12
3000-192 Coimbra


O regresso a Coimbra tinha mesmo que ser no Zé Manel dos Ossos! Percebe-se bem porque razão esta é uma das tascas mais famosas de Coimbra.

O atendimento é super simpático e o ambiente extremamente acolhedor!

A Etapa 343 serviu também para cantar os «parabéns à você» à Rita!

E da «baixa» fomos para a Praça da Républica...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

De Auto-caravana até ao restaurante do Rocha

117 - OS TRÊS TEMPEROS

Rua Bairro Japonês 2,
4405-026 Arcozelo

O Rali serve para convivermos com os amigos mas também para revermos amigos. Foi o que aconteceu na Etapa 278, com a visita ao restaurante do Rocha, «Os três temperos», em Arcozelo. Mais uma Etapa que fica para a história.


E fica para a história logo pela forma como nos deslocámos até Arcozelo! Foram seis os confrades que viajaram na auto-caravana do João Pacheco, naquela que constituiu uma nova e bem sucedida experiência do Rali. Antes do arranque, começámos por beber umas «minis», pelo caminho parámos numa estação de serviço para meter gasóleo e beber mais umas cervejas e, sem pressas, chegámos praticamente à hora prevista para o jantar.



Seguimos o conselho do Mestre Rocha e optámos todos pelo bacalhau com broa, «regado» com um bom vinho tinto. Não nos arrependemos.




Ainda antes de regressarmos, e já com a porta do restaurante fechada, «matámos» saudades dos tempos em que o Rocha era nosso colega de trabalho. Mais de uma hora de amena cavaqueira, entre vários copos de um bom digestivo oferecido pelo próprio Joaquim Rocha. Pela forma como fomos recebidos, só temos que lhe agradecer.



 



















No regresso, e já a chegar a Aveiro, decidimos entrar no Flash Bowling, em Cacia. Karaoke, teenagers e «velhinhos» misturados e coreografias dignas de um qualquer grande «musical»! Só visto, porque contado ninguém acredita.




sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Uma grande Etapa por etapas!


110 - A BADALHOCA


Rua Dr. Alberto de Macedo, 437
Ramalde, Porto
Telefone: 351 22 618 5325

À semelhança do que já tinha acontecido anteriormente nas duas etapas organizadas pelo confrade Carlos Barbosa, a nossa última deslocação ao Porto voltou a resultar numa grande, grande noite!


E começámos por ir ao local com que registámos a Etapa 271, mais concretamente A Badalhoca, em Ramalde, na cidade do Porto! E que sítio fantástico é este tasco (sim tasco, porque no Porto não se diz tasca!), verdadeira perdição para quem gosta de vinho verde, de presunto, de pão quentinho e de petiscos!
Mas A Badalhoca é um lugar único por muitos mais motivos do que os simples argumentos gastronómicos. A Badalhoca é de visita obrigatória pelo ambiente que ali se «respira», pela forma como somos recebidos pela Dº Lurdes, pelo seu filho e pelos clientes que ali encontramos em franco convívio!





















Eu, particularmente, também gostei muito do verdadeiro santuário boavisteiro que constitui esta casa emblemática da cidade invicta! Ali, não há fotos, cachecóis, galhardetes ou outros adereços referentes ao FC Porto, Benfica ou Sporting. Zero! Ali é tudo Boavista!



E d’ A Badalhoca, fomos para a Ribeira!


Na Praça do Cubo, entrámos num bar, onde fomos muito bem recebidos pelo seu proprietário e onde «malhámos» uma cervejinha alemã.
A conversa serviu para falarmos do momento actual da noite portuense e para recordarmos os tempos em que casas como o «Meia Cave» ou o «Anikibóbó» eram autênticas «catedrais» da «movida» da cidade.



E chegou a hora do jantar. Como não pudemos ir ao Solar do Pátio, porque estava cheio, optámos pelo restaurante Paço do Conde. Jantar na esplanada, com muito boa companhia por perto, musica ao vivo durante largos minutos e uma excelente vista para o Douro! E o próprio tempo, cinzento durante largas horas do dia, estava excelente e propicio para uma grande noite!


















Para a mesa vieram uns «portos» (não podia ser de outra forma) e logo de seguida umas tripas e um arroz de galo.
No final, e já depois de termos pago, ainda ajudámos os empregados a recolher a loiça e as mesas para dentro do restaurante!



Não estava planeado, mas, logo a seguir ao jantar, acabámos por entrar num bar marroquino. Estava repleto mas lá nos foi cedido uma espacinho, com vista para o rés-do-chão do bar, e onde bebemos um chá. As caminhadas, as terras do nosso país, os moinhos e os livros já publicados pelo Armando Ferreira, dominaram a conversa.


Da Ribeira, fomos até ao Black Coffe, em Leça da Palmeira. Um espaço moderno, com DJ residente e plasmas na parede. Umas águas e lá fomos nós outra vez para o Porto.




Já na baixa do Porto, percorremos as ruas das «galerias», entramos em vários bares, «respirámos» o ambiente que se vive hoje na noite portuense e quando demos por ela, eram quatro e meia da manhã.



terça-feira, 12 de julho de 2011

A primeira vez em Coimbra

105 - ADEGA PAÇO DO CONDE

Rua Paço do Conde, 1
3000-308 - Coimbra
Telefone: 239 825 605


























O Rali às Sextas foi pela primeira vez a Coimbra e não se deu nada mal!
Tínhamos apontado a Etapa para A Democrática, mas, por estar de férias, acabámos por ir jantar ao Paço do Conde, igualmente na baixa da cidade. E foi muito bom! Duas espetadas para o Lourenço e para o João Pacheco e polvo grelhado e regado com molho verde para mim e para o Paulo Raposo. Preços acessíveis, ambiente típico e boa comida. Melhor não poderíamos querer.

O jantar em Coimbra, e ainda por cima no Paço do Conde, serviu ainda para o nosso confrade João Pacheco recordar muitos e bons anos que ali viveu! Os tempos de estudante, as «queimas», as jantaradas, as noitadas.

Uma palavra de agradecimento para a forma como fomos tratados neste conhecido restaurante de Coimbra! Basta dizer que já depois de bem jantados, e quando já estávamos a sair, acabámos por aceitar um convite que nos foi feito e ali estivemos a beber umas amêndoas amargas enquanto conversámos e víamos cozinhar entrecosto, febras e peixe variado!





















Mas a deslocação a Coimbra ficou marcada por muito mais do que o jantar no Paço do Conde. Já antes, tínhamos passeado pela baixa e bebido uma «mini» numa das esplanadas ali existentes; fomos, depois do repasto, até à Praça da Republica, mais concretamente ao «Académico», onde bebemos mais uns «refrescos» e, por fim, ainda desfrutámos de mais um grande momento quando, já no regresso a Aveiro, parámos numa aldeia perto da Pampilhosa (concelho da Mealhada) e ali desfrutámos do espectacular ambiente de uma festa popular.


A noite estava fresquinha mas a cerveja ia animando a juventude e os populares presentes. Ao fundo do largo central da aldeia, um duo musical ia fazendo as delícias do público, enquanto que num canto perto do bar, quatro senhores de meia-idade iam dando umas marteladas em quatro pregos espetados num tronco de umas árvores. O último a «enfiar» o prego até ao fim, pagava uma rodada de cerveja. Muito bom!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Obrigado Luís, obrigado pessoal!


70 - AQUAPOLIS

Abrantes

Foi muito bom a Etapa de sexta-feira passada! Pena o tempo horrivel que se fez sentir, porque começámos num bar/restaurante junto ao Tejo, intitulado Aquapolis, que teria sido muito mais agradavel com sol! A viagem foi hoirrivel. Temporal autentico! Fui com o Castro e alturas houve em que iamos a 40Kms/hora, sem vermos um corno à nossa frente e com os quatro piscas ligados!

Quanto ao jantar foi em Constancia. Tinha dito ao Luis para arranjar um tasco e o gajo leva-nos para um sitio onde estava a ver que alguns de nos não conseguiriam entrar por estarem de sapatilhas! Só gente bem, coisa fina!
Bom, aquilo foi um papelinho. Algum do pessoal que la estava, terá ficado escandalizado com o nosso comportamento!

O jantar acabou por volta da meia noite, cheguei a casa às duas e meia da manha. Penso que houve pessoal que ainda foi para Coimbra, não sei ao certo...


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Obrigado, Barbosa!


43 - MICHA BAR

Cais de Gaia

Fez ontem uma semana que o colega Carlos Barbosa nos proporcionou (a mim, ao Lourenço e ao Castro) uma grande Etapa repartida por Gaia e pelo Porto.

Saímos de Aveiro por volta das 19 horas e, chegados a Gaia, fomos beber o primeiro «refresco» ao Micha Bar, junto ao Rio Douro, em Gaia. Trata-se de um bar, com pouca luz, decorado com motivos náuticos e com um atendimento muito simpático.

Saímos em direcção ao Porto, mas ainda tivemos tempo de ir à Afurada e desfrutar da beleza do Porto à noite. Já na Invicta, mais propriamente na Avenida da Boavista, jantámos no Porto Beer, uma moderna cervejaria/restaurante, bem frequentado e de excelente ambiente. Para a mesa, vieram três francesinhas e um prato de carne para mim. Simultâneamente, o Sporting perdia em Braga, por 1-0 e ficava arredado da luta pelo título.

Seguiu-se um périplo pela noite portuense. Começámos pelo Labirinto, um bar/galeria, muito alternativo, perto da Rotunda da Boavista. Depois, estivemos no Café au lait, nos Clérigos e terminámos na abandonada

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O Rali foi à Travancinha


















17 - CASA DO RODOLFO

Travancinha - Gouveia

Foi, simplesmente, fantástico!

O Rodolfo convidou-nos e nós lá fomos passar um fim-de-semana à sua casa espectacular na
Travancinha, uma aldeia pequenina, a dez quilómetros de Gouveia, na Serra da Estrela. Foi, por isso, a única Etapa de dois dias que realizámos até ao momento!

Em primeiro lugar, há a destacar a forma como o Rodolfo preparou a «coisa» e como nos recebeu em sua casa. Depois, tivemos a comidinha feita pelo Rodolfo e pelo Manel Pessegueiro, a musica do DJ Pedro Neves e a companhia sempre especial do Armando. A perder, ficaram o Bino, o Zé e o Pacheco, que ficaram em Aveiro porque as mulheres não os deixaram ir.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Viagem até Santacombadão



13 - CAFÉ CENTRAL

Santacombadão

Todas as terras têm um Café Central. Santacombadão, terra de Salazar, mas também a terra da Anabela Mortágua, não foge à regra. E fomos até Santacombadão porque o Café Central local é propriedade dos pais da Anabela. E não nos arrependemos! Fomos extremamente bem recebidos e ainda melhor servidos!

Na viagem, fica na memória um banho que o Rodolfo, completamente nu, tomou numa pequena cascata que encontrámos pelo caminho. E não estávamos no Verão, nem na Primavera...